Bolsonaro discute estrutura de governo com seus futuros ministros em Brasília


Futuros ministros se reúnem com presidente eleito para apresentar desenho da estrutura ministerial do governo Bolsonaro
Rafael Carvalho/Governo de Transição

Futuros ministros se reúnem com presidente eleito para apresentar desenho da estrutura ministerial do governo Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), chegou ao gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, na manhã desta quinta-feira (6), pouco antes das 9h. Nesta manhã, o presidente eleito se reúne com os ministros que já estão confirmados para 2019, a fim de esboçar, junto a eles, a estrutura do governo Bolsonaro. 

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Nesta quinta, os futuros ministros apresentam ao presidente eleito uma sugestão do desenho consolidado da estrutura dos ministérios, que pode ser adotada pelo governo Bolsonaro a partir do dia 1º de janeiro. O capitão reformado chegou ao local do encontro acompanhado pelos filhos Flávio, eleito senador, e Eduardo Bolsonaro, eleito para a Câmara dos Deputados. 

Desde o dia 5 de novembro, os trabalhos do governo de transição estão ocorrendo no CCBB. E, embora os nomes do primeiro e do segundo escalão do futuro governo ainda não estejam todos certos, aqueles que já foram escolhidos já estão se debruçando sobre as demandas de cada uma das pastas, a fim de começar o ano já com um plano de ação. 

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Bolsonaro já esclareceu que terá 22 pastas no seu governo. Por ora, ainda faltam ser confirmados os nomes daqueles que comandarão o Meio Ambiente e a pasta de Direitos Humanos. A última, inclusive, pode passar a ter status de secretaria no governo do capitão reformado, mas ainda não houve nenhuma decisão oficial sobre isso. 

No início da semana, o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni , que já teve seu nome confirmado para a Casa Civil, divulgou o que pode ser a estrutura definitiva da Esplanada dos Ministérios no governo de Jair Bolsonaro.

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No total de 22 pastas, Onyx explicou que estão incluídos Banco Central (BC) e Advocacia-Geral da União (AGU) que deverão perder o status de ministério na próxima gestão, reduzindo posteriormente o número de Ministérios a 20. Porém, só apenas essa reunião com os demais futuros ministros e o presidente eleito, é que o governo Bolsonaro deve ser melhor desenhado. 

* Com informações da Agência Brasil.

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