Elefante Branco

Bem longe do pessimismo, falando com a razão e não com a emoção, fico pensando no assunto Arena Verdão construído para receber jogos da Copa do Mundo de 2014. Seja lá por qual time você torça em Mato Grosso, sua reação não deve ser diferente daquela já conhecida. Mais um “Elefante Branco”, uma obra faraônica, ou no futuro, a redenção do futebol mato-grossense, principalmente, a nível nacional. Não vou entrar no mérito e escrever nas próximas linhas que a história vai mudar mas o registro faz-se mais do que necessário. Tem o grupo dos saudosistas, daqueles apaixonados e esperançosos que apresentam várias fórmulas para a volta do torcedor aos estádios. Além da emoção e motivação, os times carecem de dirigentes como Rubens dos Santos, Agripino Bonilla Filho, Lino Miranda, Henrique Gory, Ingo Klein, Ranulfo Paes de Barros, Álvaro Scollfaro, Délio de Oliveira, Edvaldo Ribeiro, Makário Zanacape, José Luiz Paes de Barros, Joaquim de Assis e Lourival Fontes. É bom lembrar da família Canavarros, e em especial da 1ª diretoria do Mixto, marca na história do “Tigre” da Getúlio Vargas. Nossa única esperança vem sendo o time do Dourado, “caçula” Cuiabá, que apesar da pouca idade, já ganhou títulos, destacou-se no cenário nacional, cresceu acentuadamente e é considerado o mais estruturado entre os clubes da Baixada Cuiabana. Ah… E os considerados “grandes” Mixto, Dom Bosco e o Clube Esportivo Operário Várzea-grandense, é esperar pra ver.

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