Futebol Caipira

Gosto quando comentam sobre o crescimento do futebol no interior, conhecido também como futebol caipira mato-grossense. Lamentar a decadência de Mixto, Dom Bosco, Palmeiras do Porto, Clube Atlético Mato-grossense e Operário Várzea-grandense, é inevitável. Acho que o campeonato estadual sem a presença desses quatro times da Capital, além do “Chicote da Fronteira”, vira “água com açúcar”. Sem graça, né? É difícil não comentar e elogiar o crescimento do futebol do interior, e como contra fatos não tem argumentos, é só pesquisar na internet e descobrir os talentos que os “caipiras” qualificados revelaram para o futebol brasileiro e mundial: Rogério Ceni, os ex-goleiros Marília e Waldir Braga (hoje residindo nos EUA) e veja também a vantagem de conquistas que o futebol caipira tem sobre os clubes da Baixada Cuiabana nas duas últimas décadas, com destaque para o Luverdense e Cuiabá, estão mais próximos de alcançar a elite do futebol brasileiro. Rondonópolis também está acima da média em termos de representar o futebol de Mato Grosso no Brasil, revelando talentos, entre eles, o meia Valdívia, hoje no Clube Atlético Mineiro, passando antes pelo Internacional/RS e Seleção Olímpica do Brasil.

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