Aniversário de 2 anos do dinheiro no paletó será celebrado no dia 20

p class”msonormal” style”margin: 0cm 10pt color: rgb(34, 34, 34) line-height: 16.8667px font-size: 11pt font-family: calibri, sans-serif”>O vereador Diego Guimarães (Progressistas) lançou na tribuna da Câmara de Vereadores o evento “Aniversário de 2 anos de Impunidade”. Isso porque no dia 24 de agosto faz dois anos que a Rede Globo divulgou o vídeo em que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) é flagrado colocando maços de dinheiro no paletó.

“Vamos comemorar o mês da impunidade, a maior vergonha que a política mato-grossense já passou. E vamos celebrar isso dia 20 aqui na Câmara. Celebrar essa sensação de que o crime compensa. Digo crime porque o ex-governador Silval Barbosa falou nesta Casa que aquele dinheiro entregue ao prefeito era propina”, ressaltou o vereador.

O prefeito se tornou alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que atualmente, encontra-se parada por força de uma decisão judicial. Pinheiro e os outros políticos flagrados foram denunciados pelo Ministério Público Estadual. O MPE também ingressou com uma ação civil pública, por improbidade administrativa, contra Emanuel Pinheiro.

“Não podemos deixar isso quieto, porque deixar essa data passar beira a conivência. Convoco a sociedade para esse momento fúnebre da nossa política, do Poder Judiciário, do Ministério Público que permite por dois anos que a população não tenha resposta para aquele vergonhoso vídeo que o prefeito é flagrado colocando maços de dinheiro no paletó. Não podemos aceitar que finde quatro anos de mandato sem que nada aconteça sem reposta”, ressaltou Diego.

CPI do Paletó –Foi Diego quem impetrou um Mandado de Segurança na Justiça, alegando que o ato de constituição da CPI contrariou o Regimento Interno da Câmara uma vez que dois, dos três membros assinaram a criação da investigação após ela ter sido protocolada. No documento é exposto que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) articulou com sua base aliada que conseguiu inserir suas assinaturas posteriormente ao protocolo para que pudessem constar formalmente como subscritores.

Atualmente a CPI está sendo conduzida de forma majoritária por aliados do gestor que é investigado por infração político-administrativa após a divulgação do vídeo no qual ele recebe maços de dinheiro de uma possível propina na época em que era deputado estadual.

A CPI é composta hoje pelos vereadores Marcelo Bussiki (PSB) que apresentou o requerimento de criação da comissão e pelos vereadores Adevair Cabral (PSDB) e Mário Nadaf (PV) que são da base de Pinheiro e inseriram suas assinaturas após o protocolo oficial. Os membros já interrogaram o ex-governador Silval Barbosa e seu ex-chefe de gabinete Silvio Correa que firmaram acordo de delação premiada e declaram que o dinheiro pago à Emanuel seria de propina.

“Casos como esse precisam de atenção especial com reposta no ritmo que a sociedade pede”, finalizou o parlamentar.

Assessoria Vereador Diego Guimarães

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