CEF autoriza empréstimo ao PAC e acena pavimentação de 150 km

A Caixa Econômica Federal oficializou hoje a Prefeitura Municipal de Várzea Grande, a autorização para contratação de R$ 18 milhões em empréstimos para atender a contrapartida dos quase R$ 500 milhões de obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.

As obras do PAC vão dotar a segunda maior cidade de Mato Grosso com 100% de água potável; 70% de esgoto sanitário tratado; pavimentação asfáltica em bairros periféricos; habitação para moradores em áreas de risco e recuperação de lagoas.

Em 2015, a prefeita Lucimar Campos conseguiu resgatar as obras do PAC que estavam paralisadas desde 2007 por causa de problemas legais quanto às licitações e a inadimplência do Tesouro Municipal.

“Várzea Grande está em uma condição financeira privilegiada”, disseram o superintendente da Caixa Econômica Federal, Tabarê Marçal e José Luiz Dias, gerente geral, lembrando que o Tesouro Municipal tem todas as Certidões Negativas de Débitos – CND, condições mais do que favoráveis para liberação dos créditos através de empréstimos.

Na oportunidade a prefeita Lucimar Campos, oficializou uma Carta Consulta já remetida ao Ministério das Cidades, solicitando, dentro da capacidade de endividamento do município, um novo aporte financeiro da ordem de R$ 140 milhões para pavimentar 150 km de ruas e avenidas em 35 bairros de Várzea Grande.

“Nosso papel é fomentar uma melhor qualidade de vida para a população através de políticas públicas sociais dos entes federados, como o Município de Várzea Grande, portanto, é fundamental termos parceiros como a atual administração que mantém a regularidade nas contas públicas e o equilíbrio entre receitas e despesas”, disse José Luiz Dias, gerente regional da CEF em Várzea Grande.

Ambos sinalizaram que essa nova Carta Consulta depende do aval Ministério das Cidades, e confirmaram a autorização para os R$ 18 milhões referentes ao CPAC – Contrapartida do PAC.

Em junho passado, a prefeita Lucimar Campos esteve reunida com o ministro Bruno Araújo que demonstrou interesse em atender as demandas de Várzea Grande por causa da apresentação de projetos executivos elaborados e prontos e principalmente porque Várzea Grande está adimplente, ou seja, não tem dividas atrasadas com os credores financeiros e com o próprio Governo Federal.

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