Começa hoje em Várzea Grande a aplicação da Prova Brasil

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande começou a aplicar nesta segunda-feira, 21, e vai até dia 1º de novembro a prova do Sistema de Avaliação de Educação Básica – Saeb nas escolas de todo o Brasil. A avaliação é feita a cada dois anos, e para 2019 a novidade é a avaliação amostral, que será aplicada aos alunos do 2º ano de toda a rede. O intuito é avaliar o nível de alfabetização dos alunos. 

Todas as escolas que possuem o ensino fundamental entre municipais, estaduais e privadas de Várzea Grande farão a prova.

O Saeb é aplicado a cada dois anos e permite produzir indicadores educacionais das escolas do Brasil. O exame também permite avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação praticada nos diversos níveis governamentais. As avaliações de Português e Matemática serão aplicadas para todos os estudantes de 5º e 9º anos.

Para essa edição de 2019, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep – trouxe algumas inovações na realização da prova. Uma amostra de estudantes do 9º ano de escolas públicas fará os testes de ciências da natureza e ciências humanas com referência na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017. 

A Base Curricular também será a referência para a avaliação dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, que também participarão pela primeira vez, com a finalidade de avaliar o nível de alfabetização dos alunos.

O secretário Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande ressalta o empenho do município na colaboração e realização da prova para as melhorias na qualidade do ensino público do nosso município e diz que a aplicação da prova faz parte do conjunto de estratégias contidas no Plano Municipal de Educação para garantir o avanço gradativo do processo de ensino e aprendizagem na rede pública do município.

“É fundamental que todos os alunos participem. Com os resultados da avaliação, as secretarias e o INEP têm um diagnóstico da Educação e podem detectar desigualdades nas escolas. Quanto mais estudantes fizerem, mais dados teremos para compor o Inep e melhorar a educação”, explica o gestor da pasta. 

Por: Letícia Kathucia – Secom/VG

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