Construção da praça de pedágio entre Alta Floresta e Carlinda é tema de reunião entre parlamentar e prefeito

Foto: MÁRCIA MARTINS

A construção da praça de pedágio na rodovia MT-208, entre os municípios de Alta Floresta e Carlinda, continua sem consenso dos moradores. Alguns munícipes pedem que a praça seja feita a 23 quilômetros de Alta Floresta e não a 12. Na tentativa de resolver o problema, o deputado Romoaldo Júnior (MDB) e o prefeito alta-florestense, Asiel Bezerra de Araújo, estiveram na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), na última quinta-feira (10).

Os parlamentares explicaram para o secretário Marcelo Duarte que se não houver mudança de local, a obra irá trazer prejuízos para muitas pessoas e, mais ainda, para os moradores das comunidades rurais, 3ª Leste, 4ª Leste e Ramal do Mogno, tendo em vista que terão que pagar diariamente para se deslocar entre trabalho, escola e atividades diárias.

Contudo, o secretário explicou para os parlamentares que não há o que fazer nesta situação, pois se acaso trocar o local da construção, haverá aumento no preço da tarifa já estabelecido em R$ 7,90. “Ou seja, é uma situação que não tem muito que se fazer. De um jeito ou de outro, haverá despesas, então não vai ser possível deixar todos satisfeitos. Infelizmente”, disse Asiel.

Romoaldo lembrou que esteve presente na assinatura do contrato com a concessionária Via Brasil, responsável pela recuperação total e manutenção das rodovias MT-320 e MT-208 – entre Alta Floresta, Carlinda, Nova Canaã do Norte, Colíder e Nova Santa Helena – realizada pelo governador Mauro Mendes, no dia 12 de abril deste ano.

“Aproximadamente 112 mil pessoas de cinco municípios do nortão serão beneficiadas com melhorias nos 188,2 quilômetros. Como morador e representante político de Alta Floresta, estive com o prefeito tentando resolver a solicitação dos moradores que residem após o ponto onde a praça de pedágio deve ser instalada, trabalham na área central do município e reclamam que terão que pagar o pedágio todos os dias. Entendemos que é uma situação delicada, que irá mexer na economia das pessoas, porém o secretário nos informou que existem muitas questões burocráticas para acontecer uma mudança desse tipo e destacou inclusive que a assinatura da documentação do contrato foi iniciada na gestão do governo anterior”, concluiu Romoaldo.

Fonte: ALMT
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