Curtas & Grossas

***** Operação Navalha – Nada disso que você pensou. Falo da operação bom corte de barba e cabelo que já dura quatro décadas em Várzea Grande, com o barbeiro Julio Correa de Souza. O seu primeiro salão em 1966 funcionava onde é localizado hoje o Salão Bareta do amigo Juca, ao lado do saudoso Silvério Sapateiro. O Julio Barbeiro gaba-se de ter sido o barbeiro oficial dos falecidos conselheiro Ari Campos, historiador Ubaldo Monteiro e de Rubens dos Santos, fundador e diretor-presidente do Jornal Correio. Casado com dona Eliza, tem 8 filhos, e 14 netos. Ultimamente, atendia na rua Salin Nadaf, ao lado da residência do falecido Gonçalo Domingos de Campos, personalidade marcante na história da cidade.

***** É elogiável a performance da equipe de jornalismo da Rádio Estação VG/FM, que conta com o diretor Marco Antonio Mattos e Gastão Marques como âncoras, advogado Hernan Escudero como comentarista e Joilson “Peru” nas reportagens. A participação ao vivo da população durante o jornalismo é muito bom, onde democraticamente, opinam e cobram dos grandes poderes melhorias por uma Várzea Grande progressista.

***** Com a aproximação das eleições, o que mais escuto nas “retretas” (encontro de amigos) é sobre quem continua com a cadeira no Legislativo, e também quem “dança” na próxima disputa. Fico na minha, e nem opinião dou, mas, atento aos comentários dos “Bocas de Matildes”, escuto sempre que entre os novos postulantes ao cargo de vereador, tem alguns que “antes de mergulhar, já boiaram”. É esperar para ver.

***** É admirável os trabalhos que os amigos Coronel Medeiros e Thiago Nassarden realizam no Executivo da Cidade Industrial. O militar é chefe de segurança no Gabinete da prefeita Lucimar Campos, enquanto que o Nassarden, filho do saudoso Dito Coxé, é o elo da prefeita com a comunidade. Em suas visitas nos bairros fica atento nas reivindicações do povo, e, da melhor maneira possível, procura resolver os problemas.

***** O pessoal acostumado em frequentar as pizzarias com objetivo de saborear um Caldo de Feijão, servido gratuitamente durante os drink’s, andam “chupando o dedo”. É que com o preço exorbitante do feijão, essa preciosidade deixou de ser servido, e, em alguns locais, são cobrados, o que acho certo. Afinal, “na faixa”, a casa quebra. Para quem gostou da coluna, beijinho…beijinho, e quem não gostou, pau…pau. Vou deitar o cabelo… Fuiiiiiiiii (Zé Pulula da Silva)

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