Mato Grosso

“Havia R$ 4 bi em dívida e hoje MT está revitalizado”, diz Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta quarta-feira (29), afirmou que sua gestão como vice de Mauro Mendes (União), em 2019, visou diminuir a dívida equivalente a R$ 4 bilhões de restos a pagar acumulada pelo Governo do Estado durantes gestões anteriores.

Durante entrevista à Rádio Cultura, Pivetta citou que nessa época havia mais de cinco mil credores públicos e problemas no relacionamento entre servidores.

“Nós pegamos MT quebrado. Havia R$ 4 bilhões em restos a pagar e mais de cinco mil credores. A situação era tão grave que tivemos problemas na Secretaria de Educação. A secretária ficou traumatizada e precisou deixar o cargo depois de ser ameaçada por credores”, lembrou.

Ele recordou também que o caixa estava prejudicado a ponto de a previdência pública ficar sem recursos e a Polícia Militar com viaturas sendo recolhidas.

“O estado estava em uma situação muito difícil. Viaturas da polícia eram recolhidas por falta de pagamento; salários dos servidores estavam atrasados e não havia recursos nem no fundo de previdência”, contou.

O governador explicou que os dois primeiros anos de gestão objetivaram regularizar as despesas para, em seguida, registrar superávit orçamentário.

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“Passamos 2019 e 2020 arrumando a casa. Não havia condições de fazer investimentos. Graças a Deus e ao povo de Mato Grosso, que paga seus impostos, conseguimos virar esse jogo a partir de 2021. O Estado passou a registrar superávit e, então, começamos a investir”, disse.

Pivetta, então, considerou que atualmente MT está “dinâmico e revitalizado”. Ele citou que o desenvolvimento estadual superou o da China e a média mundial.

“Hoje vemos um Mato Grosso revitalizado, um Estado dinâmico, que retomou um ciclo forte de desenvolvimento. Mesmo com juros elevados, crescemos 54% em termos reais nos últimos sete anos. Nem a China, nem a média mundial cresceram nesse ritmo”, comparou.

Por fim, o governador avaliou que MT vive um “ciclo virtuoso” cujos benefícios devem se estender pelos próximos anos.

“Isso fortalece a economia, aumenta a arrecadação e permite ao Estado investir mais em infraestrutura. Sem infraestrutura, não há desenvolvimento. Estamos vivendo esse ciclo virtuoso e acredito que ele ainda pode continuar pelos próximos dez anos, melhorando cada vez mais a vida da nossa população”, completou.

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