Henrique faz apelo para que votação do PLC nº 36 faça justiça aos aposentados


Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Henrique Lopes (PT) usou a tribuna durante sessão desta quarta-feira (18), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, para fazer um apelo de que a votação do Projeto de Lei Complementar nº 36/2020, que acaba com a cobrança de alíquota previdenciária para os aposentados do Estado com teto do INSS de até R$ 6,1 mil, faça Justiça aos aposentados. Henrique ressaltou que muitos passam por dificuldades de sobrevivência, chegando a ter R$ 1 mil confiscados pelos descontos. 

“Parabenizo os aposentados pela luta constante. Estão comparecendo nas sessões da ALMT para acompanhar a votação do PLC 36/2020. Estão fazendo uma verdadeira maratona nesta Casa. São trabalhadores que dedicaram uma vida inteira e que contribuíram durante suas vidas para o Estado, que estão sendo confiscados e tendo a sobrevivência comprometida. Precisamos de um desfecho justo”, afirmou. 

O parlamentar ainda ressaltou que o tema não é de interesse apenas dos aposentados, já que todos os servidores devem ocupar a categoria no futuro. Para ele, todos deveriam acompanhar a tramitação do PLC 36/2020 na ALMT, assim como os servidores aposentados. 

“Minha preocupação é com possíveis manobras do governo para engavetar o Projeto de Lei Complementar, precisamos que todos os servidores façam parte dessa mobilização. Todos serão aposentados um dia”, alertou. 

Educação 

Durante fala, Henrique também ressaltou a necessidade de convocação do secretário estadual de Educação, Alan Porto, para prestar esclarecimentos na ALMT. Na segunda (17), o parlamentar esteve na Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), ocasião em que questionou Porto sobre o fechamento de escolas e Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJAs). 

“Precisamos ter muito cuidado com a situação da Educação em Mato Grosso. O secretário falou em ‘fake news’, mas temos unidades que já foram notificadas sobre a desativação. Precisamos sanar dúvidas importantes, entre elas a necessidade de um Plano Estadual de Educação porque, desde 2017, Mato Grosso não tem. É preciso que o Estado esteja nesta Casa de Leis, precisamos dos devidos esclarecimentos”, disse. 

O deputado chamou atenção para o processo de eleição de diretores das unidades escolares e questionou o motivo do Governo não aceitar que os mesmos sejam eleitos pela comunidade escolar. “Quero pedir que os companheiros da ALMT visitem as unidades escolares, como fiz durante mandato itinerante, para verificar que em determinados eixos, inclusive de municípios ricos, nossas crianças estão sendo recebidas em unidades não apropriadas. Chama atenção a situação de Barra do Garças, conhecida como ‘princesinha do Araguaia’, que tem escola sem reforma a mais de 40 anos”.

Fonte: ALMT

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