Jayme diz que deixa secretaria e fica em “stand by” para eleição

MidiaNews

O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM), afirmou que deixará o cargo ao final de março deste ano e poderá disputar a eleição.

O democrata disse que a medida foi pensada de forma tranquila e que, ao menos por ora, ainda não tem em mente a qual cargo deverá concorrer. No entanto, admite que pode pleitear tanto o Governo quanto o Senado.

“A ideia é desincompatibilizar, sem nenhuma pretensão, mais para que eu possa ficar no stand by. Mas isso será feito com calma e não de forma açodada”, disse Jayme.

“Não tenho dúvida nenhuma, até pelas pesquisas de opinião que estão aí, que tenho chance real de pleitear um cargo a nível de majoritária”, afirmou o secretário.

Segundo Jayme, as pesquisas as quais ele se refere o colocam em boas condições de vitória tanto para o Palácio Paiaguás quanto para um retorno ao Senado.

“Em todos os cenários apareço bem cotado. Sem falsa modéstia, acho que isso é o legado de minha trajetória como homem público. Em todos os cenários, se não estou ‘nas cabeças’, estou empatado com os demais. Isso é muito bom e me deixa extremamente feliz”.

De todo modo, o secretário afirmou que ainda é cedo para projetar a disputa eleitoral deste ano.

Segundo ele, é preciso aguardar, por exemplo, a abertura da janela partidária, as acomodações que serão realizadas nos partidos, a reforma política e as movimentações das siglas no geral.

Isso inclui não só a pretensão de Jayme em participar da eleição, como também a posição do DEM em relação ao Governo do Estado.

“Por enquanto, nosso partido participa da base aliada do governador. Obvio, evidente que a partir daí vamos ter uma nova composição. Já será outra eleição, vamos sentar partidariamente para que possamos realinhar um novo projeto ao Estado”, disse.

“Tudo isso vai depender do momento. Não estamos preocupados com eleição neste momento. É prematuro ainda. Ninguém sabe o que vai acontecer até julho. Vamos aguardar os encaminhamentos em torno das discussões políticas”, concluiu o secretário.

Comentários Facebook