Ministério Público é contra impugnação de Taborelli e vice

Folha Max

O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer contrário a impugnação da candidatura do coronel aposentado Pery Taborelli (PSC) e da vice, Miriam Pinheiro (PMB), a prefeitura de Várzea Grande. Os pedidos de impugnações foram protocolados pela coligação “Pra Avançar e Melhorar”, que tem Lucimar Campos como candidata, com base na Lei da Ficha Limpa.

A denúncia apontou que o candidato tem condenações numa ação penal e em ações por improbidade administrativa, o que o tornaria inelegível.

Porém, o parecer assinado pelo promotor eleitoral Luciano Ferreira de Oliveira aponta que Taborelli ainda está respondendo a ação penal no Tribunal de Justiça e que não há sentença transitada em julgado por órgão colegiado.

Já em relação as ações por improbidade, destaca que apesar das condenações, não implicam em inelegibilidade. “Sua condenação foi por atos de improbidade administrativa que não importaram o enriquecimento ilícito e dano ao erário”, assina o promotor eleitoral.

Já contra Miriam, o pedido aponta a fraude na ata da convenção do Partido da Mulher Brasileira (PMB). A alegação é de que em convenção, o partido havia homologado apoio a candidatura de William Cardoso (PSDB) e que depois decidiu apoiar Taborelli, indicando a vereadora como candidata a vice.

O Ministério Público alega que o caso não representa nenhum tipo de falsidade ideológica ou documental da ata. Também aponta a ilegitimidade da coligação em representar contra a candidata a vice, pois em nenhum momento do PMB se colocou na aliança que tem Lucimar como candidata. “O interesse de agir no caso, seria dos filiados do referido partido (PMB) ou da coligação supostamente “traída” Várzea Grande para Todos”.

O promotor destaca que até o momento nem o partido ou a coligação protocolaram pedido de impugnação de Miriam Pinheiro.

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