Ouvir as bases foi uma medida assertiva da Seduc, dizem participantes

Ouvir as bases foi uma medida assertiva da Seduc, dizem participantes – Foto por: Assessoria Seduc/MT

Ouvir as bases foi uma medida assertiva da Seduc, dizem  participantes

Diretores e coordenadores dos Centros de Formação e Atualização de Professores (Cefapros) e assessores pedagógicos da rede estadual saíram do encontro em Cuiabá animados com o novo direcionamento oportunizado pela Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc), na última sexta-feira (05). Foram dois dias de trabalho, 04 e 05 deste mês, quando mais de 150 profissionais discutiram sobre planejamento de ações visando à melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem.

“A Seduc reconhece a importância do trabalho desses profissionais que atuam como representantes da Secretaria em suas regiões. São eles que fazem chegar as ações aos professores e comunidade escolar, nos ajudam muito. É preciso valorizá-los, caso contrário o trabalho se perde. Nada mais justo do que convidá-los para contribuir nessa construção que estamos propondo”, explicou o secretário adjunto de Política Educacional da Seduc, Edinaldo Gomes de Sousa.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer o trabalho realizado. “Quanto mais autonomia for dada aos coordenadores e assessores pedagógicos, mais estarão à vontade para realizar suas ações. Queremos apoiar o que eles farão e para isso é preciso saber o que podemos oferecer para que possam melhorar ainda mais esse trabalho”, frisou Edinaldo, lembrando de que o foco é dar agilidade nos programas educativos.

“Estávamos precisando dessa abertura, desse olhar dos assessores. Essa mediação com o gestor, da forma como está acontecendo agora nunca aconteceu. É preciso desenvolver políticas públicas ouvindo as bases. Nós atuamos diretamente com os diretores em articulação com a Seduc, damos apoio administrativo, jurídico e pedagógico”, revelou a assessora pedagógica Margarida de Campos Silva, que atua desde 2008 na função, em Rondonópolis.

Para ela, a Seduc abre um leque de discussão e de ideias, portanto avalia que se trata de um momento especial para a educação. “Pudemos colocar nossas angústias, inquietudes, enfim, as dificuldades que encontramos. Estamos redesenhando um novo caminho, uma nova forma de trabalho com os gestores em busca de um único trabalho, um único sujeito que é o aluno”, pontuou Margarida.

Segundo ela, sem a comunicação direta, fragmenta o trabalho. “A gente sai de um encontro como este, com nova perspectiva de trabalho, novas energias”, revelou a assessora.

Formação

A formação continuada é apontado como um dos elementos necessários para a melhoria do serviço. “Não que não buscamos qualificação, não é isso. Cada um é responsável por isso, mas precisamos da formação continuada na carreira para atender as necessidades pedagógicas”, declarou Margarida.

O secretário adjunto Edinaldo Sousa afirmou que além da possibilidade de atender as demandas estruturais relatadas, a formação integra parte das ações a serem priorizadas pela nova gestão da Seduc, tanto na área pedagógica como na sistêmica. “A capacitação é abrangente, envolve desde a compra de materiais à atribuição de aulas, o processo de matrículas, entre outros que trataremos oportunamente com nossos colaboradores”,frisou.

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