Sejudh realiza curso de políticas sobre drogas em Rondonópolis

Sejudh-MT

A Secretaria de Justiça e direitos Humanos (Sejudh-MT), por meio da Superintendência de Políticas sobre Drogas (Supod), realiza nos dias 15 e 16 de setembro, em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), o “Curso de formação técnica em políticas sobre drogas: Integralidade da atenção e direitos humanos”. A capacitação acontece no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rondonópolis e corresponde à segunda etapa do Plano de Assessoramento em Políticas sobre Drogas implementado no município.

De acordo com o gestor da Supod, Paulo Roberto Santana Júnior, o curso tem o objetivo de instrumentalizar gestores, técnicos, operadores de direito e conselheiros sobre as políticas públicas e sociais de proteção, atenção, cuidado e reinserção das pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas, e também dos seus familiares. “Para estas formações, nos baseamos na perspectiva da garantia do direito e cuidado pleno de cidadania, respeitando as normatizações e legislações pertinentes a esse tema, frutos do controle social”, completa o superintendente.

A formação beneficia representantes do Conselho Municipal de Política sobre Drogas, Conselho Municipal de Saúde e Conselho Tutelar de Rondonópolis, bem como profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social da rede municipal. Participam também conselheiros tutelares dos municípios de Pedra Preta e Poxoréo. Os participantes serão certificados pela Escola de Governo do Estado de Mato Grosso.

O curso será ministrado em quatro módulos, sendo eles: Políticas sobre drogas ? Ênfase na prevenção com foco no novo paradigma; Direitos Humanos ? vencendo os estigmas sociais através de ações intersetoriais, articuladas e transversais na diretriz da reforma psiquiátrica; Legislações e normativas que regulamentam as diretrizes que garantem a integralidade do cuidado e assistência às pessoas que fazem uso de substâncias psicoativas; e Conselhos Municipais de Políticas sobre Drogas como espaço democrático de participação e representação popular e do controle social da política sobre drogas.

“Queremos munir os participantes de conhecimento para realizarem o efetivo controle social, bem como, se corresponsabilizarem com o processo de articulação das ações no âmbito da rede intersetorial municipal e com o fortalecimento das políticas públicas locais. Pretendemos que cada município possua um plano de ação para pôr em prática a política sobre drogas”, conclui Paulo Roberto.

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